quarta-feira, 14 de março de 2012

Inovações podem tornar os carros elétricos mais limpos

Fonte: IFSC / USP - 12/03/2012
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Aperfeiçoar a tecnologia do carro elétrico, tornando-o 100% limpo e independente de motorização complementar a gasolina, é o objetivo do físico Vinícius Dantas de Araújo, pesquisador do Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ciência e Engenharia de Materiais da USP, em São Carlos. Vinícius desenvolve um catalisador que realiza a oxidação do monóxido de carbono (CO), gás que inviabiliza o funcionamento permanente dos eletrodos que transformam hidrogênio em eletricidade, gerando energia para o veículo. Outro experimento pretende obter o hidrogênio a partir do vapor de etanol.
Um carro elétrico, diferente dos convencionais (com motor movido à gasolina), funciona através de um motor elétrico. O “alimento” que possibilitará tal funcionamento são as chamadas “células a combustível”, onde o hidrogênio, em sua forma gasosa, serve de matéria-prima. Porém, mesmo com motor elétrico, este tipo de carro ainda possui um pequeno motor à gasolina, necessário para ligar um gerador que, por sua vez, irá produzir energia elétrica.
Vinícius explica que a transformação do hidrogênio em combustível exige algumas especificidades. “Os eletrodos, responsáveis por transformar hidrogênio gasoso em eletricidade, param de funcionar muito rapidamente, caso haja a presença de CO nesse processo”, afirma. “A ideia é utilizarmos um catalisador com óxido de Cério (CeO2), dopado (um dos átomos de cério na molécula é substituído) com cobre (Cu),  para transformar o CO em dióxido de carbono (CO2), já que este último não inviabiliza a produção de energia”, explica o doutorando.
Outra parte da pesquisa de Vinicius é utilizar como dopante o cobalto (Co) ao invés do cobre. O intuito final é que o CeO2 dopado com cobalto seja eficiente na produção de hidrogênio gasoso, a partir da reforma do vapor do etanol. “Pegamos as moléculas de etanol, as fazemos passar pelo catalisador e, do outro lado, tudo será transformado em hidrogênio e CO2″.


Resultados
Nos dois estudos, tem-se as seguintes metas: no primeiro caso, produção de hidrogênio; no segundo, sua purificação. E nos dois casos, Vinícius já chegou a resultados animadores. “Já fizemos testes de catálise e os resultados mostraram que o CeO2 dopado com 3% de Cobre já consegue fazer 100% de oxidação do CO em CO2”, destaca o aluno. “Outro material estudado, o CeO2 dopado com cobalto já conseguiu transformar o etanol em hidrogênio”. Diante de tais resultados, um carro totalmente elétrico poderá ser produzido no futuro, sem necessidade um motor a gasolina complementar.

Durante o ano em que ficará na Espanha, realizando um “Doutorado-sanduíche” da Universitar de Valencia, Vinicius pretende aprimorar suas pesquisas através de caracterizações ópticas, com o intuito de correlacionar as propriedades ópticas e estruturais do material (óxido de cério dopado com cobre ou cobalto) com a eficiência deste material como catalisador, fazendo sua colaboração para popularizar os tão almejados veículos limpos da seguinte forma: produzindo células de combustível completamente limpas e, sobretudo, mais baratas.
“No momento, esses materiais não são viáveis, economicamente, para uma produção em larga escala. Mas em um futuro breve isso mudará”, destaca o pesquisador. Físico de formação, pela Universidade Estadual Paulista (Unesp),Vinícius concluiu seu Mestrado no curso de Ciência e Engenharia de Materiais da USP, e já emendou seu doutorado, através da Pós-Graduação Interunidades em Ciência e Engenharia de Materias, promovida pelas Unidades do campus da USP em São Carlos.
Depois de iniciar seu Doutorado, sob orientação de Maria Inês Basso Bernardi, pesquisadora do Grupo Crescimento de Cristais e Materiais Cerâmicos (CCMC) do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, Vinícius optou por continuar seus estudos com materiais óxidos (estudados desde o Mestrado), mas dessa vez com CeO2 dopado com cobre. A pesquisa pretende que um átomo de cério na molécula CeO2 seja substituído por um átomo de cobre, material que pode ser utilizado como catalisador (dispositivo que trata gases emitidos pelo escapamento de carros) para fazer a oxidação do CO.

Soldagem amplia vida útil de tubulação

Uma mudança aparentemente simples, mas que reduziu o tempo de soldagem de 10 para três horas por metro quadrado. Um projeto da empresa de energia Tractebel em conjunto com o Laboratório de soldagem (LabSolda) da Universidade Federal de Santa Catarina, iniciado em 2009, está encarregado de aumentar a vida útil dos tubos das caldeiras da termoelétrica Jorge Lacerda.




A empresa procurou o LabSolda depois de verificar que os problemas com a corrosão em uma das tubulações das caldeiras havia se tornado um problema crônico e outras logo terão o mesmo problema de uma corrosão média de 0,4 milímetros por ano. De acordo com o gerente de projetos da Tractebel, Luiz Felippe, foram feitos testes com métodos de termospray, que ainda está em experimento, mas já foi considerado muito caro. Outro método investigado pelos engenheiros da Tractebel, e muito utilizado nos Estados Unidos é o Weld Overlay, que foi apresentado aos pesquisadores do LabSolda que passaram a desenvolver o processo.



A ideia inicial era realizar o trabalho no local, sem substituir a tubulação. Os experimentos mostraram que o tempo de solda era muito elevado e provocado por uma força bem conhecida de todos: a gravidade. "Quando soldamos na vertical o metal já escorre para baixo, facilitando o trabalho que irá cobrir todo o tubo", explica o coordenador do Laboratório e do projeto, o professor Jair Dutra. Apenas uma das caldeiras tem a tubulação na vertical, mas esta é responsável por 40% da geração de energia e a que registra a maior taxa de corrosão.



Agora a tubulação com problemas será substituída por tubos novos, com aço comum e revestida com aço inox 309 e 316. De acordo com o professor Jair Dutra, só com este revestimento de um milímetro, a vida útil do encanamento deve passar de dois para 15 anos. A previsão do engenheiro da Tractebel é menos otimista, ele acredita que se conseguirem atingir até 10 anos será um bom resultado. A soldagem só vai ser feita nas paredes que são mais afetadas, o que significa cerca de 160 tubos por caldeira. A Tractebel já realizava soldagens simples, de forma manual, com o sistema Mig/Mag. Com a parceria do LabSolda, o processo se tornará automatizado.



Uma mudança importante no novo equipamento será a instalação de dois eixos de movimentação na horizontal, o que irá permitir a movimentação lateral do equipamento. Antes havia apenas um rolamento na vertical o que forçava a reinstalação a cada novo tubo que necessitasse de soldagem. O coordenador geral do projeto explica que os testes com o equipamento de solda Tartílope V4 com quatro graus de mobilidade desenvolvidos no laboratório mostraram algumas deficiências nesse projeto em específico.









A descoberta motivou o envio de uma nova proposta para um projeto para soldagem na horizontal de mais três anos da parceria do Labsolda com a Tractebel, que ainda está sob avaliação. Os recursos, assim como o projeto atual, são do programa de Pesquisa e Desenvolvimento da Agência Nacional Energia Elétrica (ANEEL) e Tractebel. O projeto é objeto de pesquisa do doutorando Renon Carvalho. Ele conta que a pesquisa deu um salto nos últimos seis meses. Com a mudança da posição de soldagem foi possível reduzir de três para um milímetro de espessura da solda, algo que trará uma economia considerável para a empresa. Os testes na caldeira são realizados anualmente e o próximo está marcado para janeiro de 2012.


Governo vai cortar imposto de fabricantes de máquinas

Fonte: Estadão - 09/03/2012


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O governo vai ampliar a desoneração da folha de salários das empresas para mais setores da indústria. Fabricantes de máquinas e equipamentos (bens de capital), autopeças, pneus e têxtil devem ser os próximos beneficiados. A medida faz parte do "arsenal" de ações que a presidente Dilma Rousseff pretende lançar para ajudar a indústria e impulsionar a economia.



Esses quatro setores deixarão de recolher a contribuição patronal dos empregados para o INSS, o que aliviará o custo das empresas. Em troca, vão pagar um imposto sobre o faturamento. Segundo uma fonte do governo, as alíquotas desse tributo serão negociadas por setor e calibradas para dar desoneração efetiva à indústria nacional.



O governo já começou as simulações. As alíquotas em estudo variam de 1% a 1,5% sobre o faturamento das empresas. Ainda podem cair as alíquotas para os setores que fizeram no fim do ano passado a migração da tributação da folha de pagamento para o faturamento.



O setor de móveis, que pediu para ser excluído da medida em 2011 e, agora, voltou a conversar com o governo, também será incluído nessa nova rodada. Na outra ponta, para tornar mais caras as importações dos mesmos setores, o governo deve aumentar a Cofins sobre os produtos que vierem do exterior.



Linha branca

Também está em estudo a possibilidade de prorrogar a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para produtos da linha branca, como geladeiras e fogões. A manutenção do benefício, que acaba no fim do mês, depende de uma decisão da presidente Dilma Rousseff.



No entendimento da equipe econômica a principal defesa - a de evitar a valorização excessiva do câmbio - já ocorreu com a atuação do governo na semana passada nas operações de empréstimo externo. O momento agora é o de adotar medidas de estímulo à economia. O foco é a indústria, sobretudo de manufaturados, que continua com um mau desempenho.



A Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit) informou que negocia com o governo a desoneração da folha e que reivindicou alíquota não superior a 0,8% sobre o faturamento. No entanto, a fonte do governo afirma que o setor já concorda 1%.



Desde dezembro, o setor de tecnologia da informação e comunicação passou a ser taxado em 2,5% da receita bruta das empresas enquanto calçados e confecções pagam 1,5%. Em troca deixaram de recolher a contribuição patronal para o INSS. As alíquotas foram calibradas para não haver redução de carga tributária. Agora, o Ministério da Fazenda quer diminuir de fato a tributação.



A avaliação é de que a fórmula adotada em 2011 simplifica o pagamento, mas não ajuda na competitividade dos produtos brasileiros. O setor têxtil, por exemplo, se recusou a ser incluído no ano passado sob o argumento de que teria aumento de tributação por ter cadeia produtiva longa.

Fabricantes de autopeças focam na reposição

Fonte: Valor Econômico - 13/03/2012


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Nos últimos dois anos, ao menos 72 empresas - que antes forneciam apenas para fábricas ou nem mesmo existiam - ingressaram nesse canal, atualmente responsável por 14,6% das vendas anuais de aproximadamente R$ 90 bilhões do setor de autopeças.

Essa participação já foi mais expressiva e superava os 27% na década de 1980. Mas a recuperação nos últimos três anos do chamado "after market" - como o segmento também é conhecido - mostra a disposição dessa indústria de não depender apenas do fornecimento a montadoras.

Diversos fatores justificam o movimento, a começar pela rentabilidade cada vez mais estreita nas negociações com os fabricantes de veículos. Além da agressiva oferta de produtos asiáticos - que coloca pressão sobre os preços de componentes automotivos -, as alianças globais de grandes marcas deram força extra para as montadoras nas negociações com seus fornecedores. A recente parceria anunciada entre a americana General Motors e o grupo francês PSA Peugeot Citroën é apenas um exemplo dessa situação.

Também há aspectos ligados à demanda por serviços automotivos - que cresce no mesmo compasso da evolução da frota de veículos no país - e ao arrefecimento de mercados no exterior, o que faz a indústria se voltar ao consumo doméstico para compensar o momento desfavorável para as exportações.

Na síntese de tudo isso, o mercado de reposição - entre os resultados da indústria, da distribuição, do varejo e das oficinas - movimentou R$ 73,8 bilhões no ano passado, marcando um crescimento de 7% num período em que o déficit na balança comercial de autopeças atingiu US$ 4,64 bilhões.

Um dos atrativos é o acesso a um mercado cativo formado por uma frota de 35 milhões de veículos, um verdadeiro colchão para os momentos de queda na produção das montadoras nacionais, como ocorre neste ano.

Em geral, os motoristas passam a trocar peças dos carros com maior frequência a partir do terceiro ano de uso, de forma que o setor começa a colher agora os frutos dos sucessivos recordes nas vendas de veículos desde 2007. Paralelamente, programas de inspeção veicular ambiental - como o de São Paulo, onde está 25% da frota circulante nacional - estimulam os cuidados com manutenção, sob o risco de reprovação nos testes.

Em sete anos, os gastos dos brasileiros em oficinas mecânicas cresceram a um ritmo anual de 9,4%, chegando a R$ 32,2 bilhões no ano passado.

Nas lojas de autopeças, as vendas estão em alta desde 2008, acumulando crescimento de 50% em quatro anos. Segundo levantamento do Grupo de Manutenção Automotiva (GMA), que reúne entidades do setor de reposição, o varejo de autopeças somou no ano passado uma receita de R$ 16,2 bilhões (veja gráfico).

Apesar da disposição da indústria de autopeças de abocanhar esse filão, não é tão simples sair de um modelo de negócio baseado exclusivamente em um número restrito de clientes (no caso, as montadoras) para um esquema de distribuição de componentes automotivos em todo território nacional.


No Brasil, existem mais de 38 mil empresas atuando no varejo de autopeças e outras 93,4 mil oficinas de reparação de veículos. A distribuição tem, portanto, um papel central na estratégia e, muitas vezes, a melhor alternativa é deixar essa tarefa para quem realmente entende do assunto.

"O nome desse jogo é logística. A peça tem de chegar até a menor oficina mecânica, sem gerar grandes estoques. Só dá para fazer isso com bom conhecimento do mercado", diz Antônio Carlos Bento, coordenador do GMA.

Fabricante de peças para motores, como bombas de óleo e água, a Melling se associou à Magneti Marelli para entrar no mercado de reposição em outubro de 2010. No acordo, a empresa de origem italiana ficou responsável pela comercialização e agrega sua marca nas peças da Melling vendidas nesse canal.
"A Magneti trabalha com grandes distribuidores no Brasil inteiro e faz também exportações para a América do Sul", diz Erica Machado, analista de vendas e marketing da Melling, ao justificar a parceria.

As estratégias variam de acordo com os objetivos de cada empresa. A Honeywell, por exemplo, prefere trabalhar com poucos distribuidores - são apenas quatro no país -, para levar a todo o Brasil seus turbos de motores, comercializados sob a marca Garrett. Todos eles, contudo, têm acordos de exclusividade com a multinacional americana.

"Essa é nossa condição. Não queremos ter muitos distribuidores", diz Ricardo Rampaso, gerente de vendas e marketing do braço da Honeywell na produção de sistemas de turboalimentação de motores, a Honeywell Turbo Technologies.

O mercado de reposição já representa cerca de metade das vendas de turbos da Garrett, que produz ao redor de 250 mil unidades por ano desse equipamento em Guarulhos (SP). Há quatro anos, essa participação era inferior a 30%, conta Rampaso.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

"Darth Vader" é condenado a 5,5 anos de prisão por assaltar posto

Um ladrão vestido com um capacete de Darth Vader foi condenado a cinco anos e meio de prisão por uma corte de Glasgow, na Escócia. Pode ser só um efeito da crise econômica planetária, que deixou o preço dos combustíveis pela hora da estrela da morte.
Em 14 de novembro de 2010, Francis Anderson, 39, assaltou um posto de gasolina usando a réplica de uma arma de fogo. (Comentário do editor do UOL Tabloide: logo se vê que é um poser; o verdadeiro usaria no mínimo uma réplica de sabre de luz) Segundo a STV, o criminoso levou 270 libras esterlinas, o equivalente a cerca de R$ 715, e fugiu em uma bicicleta. A ação foi filmada por uma câmera de TV.
Anderson, que tinha outras 46 acusações por diferentes crimes, foi condenado a cinco anos e meio de prisão. Ele negou qualquer envolvimento no roubo. (Comentário do  editor do UOL Tabloide: tá. Agora conta aquela de que também não foi seduzido pelo Lado Sombrio da Força)

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Apresentação de fontes de soldagem

Esta foi a apresentação usada em um seminário de técnologia de soldagem 

Gerência de produção

Ótimo livro de gerência de produção 

Livro de projetos industriais

Este livro fala sobre gerenciamento de projetos 

Curriculo engenheiro mecânico



Marcelo Lima Cardoso

Solteiro, Brasileiro, 24 anos
Tv 9 de janeiro, N1669, São Brás, Belém - PA
Telefone residencial: (91)3229-6682 / (91)3456-8125
Celular: (91)8377-5115
Email:marcelocardoso1989@hotmail.com / marcelolimacardoso@yahoo.com
____________________________________________________________
Objetivos

- Engenheiro mecânico.

Formação acadêmica

- Pós-graduação
Engenharia de manutenção industrial;
Conclusão: 2014;
Instituição: IESAM.
- Ensino superior
Engenharia mecânica;
Concluído: 04/ 2013;
Instituição: UFPA.
- Ensino técnico
Técnico em mecânica;
Concluído 2012;( Restou a carga horaria do estágio)
Instituição: IFPA.

Experiência profissional

Empresa: Tramontina
Área de atuação: Planejamento de manutenção.
Período: Junho/2011 – Junho/2012
Cargo: Estagiário
Empresa: Guimarães Nasser engenharia e refrigeração
Área de atuação: Orçamento e projetos.
Período: Maio/2013 – Junho/2013
Cargo: Orçamentista
Empresa: Estaleiro EASA
Área de atuação: Controle de qualidade e gerenciamento de projetos de construção naval.
Período: Junho/2013 (Atual)
Cargo: Auxiliar de engenharia

Idiomas

Inglês: Avançado;
Espanhol : Básico.

Seminários, cursos e outros

- Como vender mais e melhor (15 horas);
- Introdução ao método de elementos finitos e ao software Ansys (8 horas);
- Desenho em solidworks (8 horas);
- Segurança e manutenção básicos de equipamentos de terraplanagem (6 horas);
- Resolução de problemas (3 horas);
- Introdução a projetos (3 horas);
- Motores de combustão interna (20 horas);
- Congressista no 3ª congresso Brasileiro de eficiência energética.

Conhecimentos e atuação na área mecânica

- Office –Word, Excel, PowerPoint, Outlook, internet, MS project, Matlab e noções de FORTRAN;;
- Desenho em AutoCAD e SolidWorks e leitura de projetos mecânicos;
- Conhecimentos em manutenções preditivas, preventivas e corretivas;
- Conhecimento em sistemas de geração de energia : Redutor, intercondensador, condensador, caldeira, soldagem dos tubos de pressão e testes hidrostáticos;
- Realização de pedidos de orçamento de peças dos mais variados sistemas e compras de peças e realização serviços;
- Controle de garantia de empilhadeiras e suas devidas manutenções.

- Conhecimentos em sistemas pneumáticos e automação industrial ( eletropneumática e CLP’s ).

Livro de Desenhista de maquinas

Este é um livro de desenho mecânico para projetista muito bom Desenhista de maquinas

terça-feira, 19 de abril de 2011

Criatividade e inovação

A criatividade pode ser definida como o processo mental de geração de novas idéias por indivíduos ou grupos. Uma nova idéia pode ser um novo produto, uma nova peça de arte, um novo método ou a solução de um problema. Esta definição tem uma implicação importante, pois, como processo, a criatividade pode ser estudada, compreendida e aperfeiçoada.


Muito do que você hoje olha como trivial e corriqueiro, já foi considerado uma notável invenção na ocasião de sua introdução, como invenções simples, mas que se tornaram indispensáveis, como a escada, a tesoura, a chave de fenda, o lápis, o carrinho de supermercado, etc. Da mesma forma, presenciamos diariamente valiosas expressões de criatividade em todos os setores de atividade como artesanato, indústria, comércio, diversão, etc.

Para implantar uma idéia criativa é preciso acima de tudo, de muita determinação, pois a criatividade por si só não basta é preciso implementá-la,acreditar na idéia, transformá-la em inovação concreta através de algo físico, senão ela não vai passar de uma elucubração mental e não se transforma em ação, como no trecho da parábola (“Primeiro eu tive que ter uma idéia, depois tive que acreditar nela, depois fazer com que acreditassem nela e por fim, colocá-la em prática.”).

Podemos ver que inovação e criatividade não são a mesma coisa criatividade é olhar para as mesmas coisas como todo mundo, mas ver e pensar algo diferente, inovação é fazer coisas novas e valiosas, é a implementação de um novo ou significativamente melhorado produto (bem ou serviço), processo de trabalho, ou prática de relacionamento entre pessoas, grupos ou organizações, definindo inovação quando a nova idéia é julgada valiosa e colocada em prática.

Para ser criativo a pessoa não precisa ser um gênio, mas sim adquirir confiança em seu potencial criativo, ter curiosidade, disposição para enfrentar desafios, ser um eterno aprendiz e ter perseverança, essas são algumas qualidades que uma pessoa deve apresentar para se tornar criativo, Pela parábola percebemos que a principal diferença em uma pessoa criativa e uma não criativa é que as pessoas criativas pensão que são criativas e as que não são pensão que não são capazes.

A importância do engenheiro mecânico para o meio ambiente

O engenheiro mecânico é muito importante para a sustentabilidade ambiental, sendo que o homem fatalmente produz uma quantidade muito grande de resíduos, como: lixo proveniente de atividade domésticas, industriais e construção civil.


Todo material que o homem produz gera resíduos que são desinteressantes para o meio ambiente, sendo que, uma questão a ser estudada é o que fazer com estes materiais. O homem precisa encontrar novas formas de reciclar é aí que o engenheiro entra na história, pois, nos precisamos descobrir novas formas de reciclar, melhorando a capacidade de criar novas tecnologias.

As pessoas estão precisando de engenheiros preocupados com o futuro do planeta, como por exemplo uma empresa européia que criou um carro movido a ar comprimido. O air car tem que ser ligado na tomada, para permitir que um compressor pressurize um tanque de ar no carro, isso leva em torno de 4 horas, onde no final do processo da combustão interna o carro libera ar fresco pelo escape.

Temos também camisas feitas de garrafas PET ,nem todos sabem, mas as garrafas pet são um dos poucos produtos totalmente recicláveis , onde suas fibras são altamente resistentes e maleáveis , podendo ser reutilizadas na confecção de fios.

Para a confecção de fios elas são separadas por cor, depois são moídas e posteriormente são fundidas a mais ou menos 300°C para tirar as impurezas e finalmente são moldadas para tecelagem das malhas.

Atualmente essas ações são de suma importância para a sustentabilidade do nosso meio ambiente e também temos que proporcionar uma eficiente utilização da energia, conservação de energia , encontrar novas fontes de energias renováveis e mitigação das alterações climáticas.