terça-feira, 17 de julho de 2018

Proposta de elaboração de um projeto elétrico de geração de energia de um empurrador fluvial



PROPOSTA DE ELABORAÇÃO DE UM PROJETO ELÉTRICO DE GERAÇÃO DE ENERGIA PARA UM EMPURRADOR FLUVIAL
Marcelo Lima CARDOSO (marcelocardoso1989@hotmail.com), Edson de Souza ANDRADE (e_s_andrade@hotmail.com)
Anderson José Costa SENA ( anderson.sena@estacio.br)
Curso de Especialização em Engenharia Elétrica. Faculdade EstácioBelém . Av. Gov. José Malcher, 1148, Nazaré - CEP 66055-260. Belém, PA
RESUMOEste trabalho fala sobre o método de dimensionamento de um empurrador fluvial  de um sistema de geração de energia para uma embarcação de pequeno ou médio porte, que deve ser dimensionado e operado de forma mais eficiente possível, procurando não trazer danos para a tripulação e ao meio ambiente, não trazendo prejuízos econômicos na sua operação, analisando como são dimensionados na vida real os sistemas elétricos de uma embarcação, demonstrando quais as ferramentas que são utilizadas para a realização dos cálculos para dimensionar o sistema. No primeiro capitulo será feito uma breve introdução ao trabalho, posteriormente no capitulo dois será discorrido sobre a revisão sobre as literaturas necessárias para o entendimento do trabalho.

Palavras-chave
: Sistema elétrico de um empurrador, analise da cargas.
PROPOSED ESTABLISHMENT OF AN ELECTRIC PROJECT FOR A GENERATION SYSTEM A RIVER PUSHER
ABSTRACT - This paper discusses the design method of a river pusher of a power generation system for a small or medium-sized vessel, which must be scaled and most efficient way to operate, trying not to bring harm to the crew and to the environment, not bringing economic losses in their operations, analyzing how are sized in real life the electrical systems of a vessel, showing what tools are used to perform the calculations to scale the system. In the first chapter will be a brief introduction to work later in chapter two will be discoursed on the review of the literature necessary for the understanding of the work.
KeyWords: Electrical system of a river pusher, analysis of loads.

1           INTRODUÇÃO

Através de pesquisas realizadas para elaboração de projetos elétricos de embarcações percebe-se que não são encontradas com facilidade guias para elaboração de projetos elétricos navais, com isto procurou-se realizar neste trabalho uma forma de como realizar o dimensionamento do sistema de geração de energia através de geradores diesel .
A elaboração de um projeto elétrico para uma embarcação deve ser feita com base em documentos normativos que irão indicar os requisitos mínimos para a elaboração de cada projeto em particular. O responsável pela execução, instalação e o funcionamento do sistema elétrico e de seus componentes deve cumprir os requisitos da Sociedade Classificadora e as normas do International Electrotechnical Comission - IEC 92. O arranjo dos equipamentos elétricos na embarcação deverá ser tal que permita acesso a todas as partes que necessitem inspeção ou manutenção. Os equipamentos elétricos deverão serão adequados ao serviço tropical com temperatura ambiente.
Deve-se ter em mente que o projeto é uma antecipação da execução, para satisfazer os requisitos exigidos pelo contratante do projeto e as normas, realizando os cálculos do ponto de vista técnico e econômico.

2           REVISÃO BIBLIOGRAFICA

2.1         projeto elétrico

Segundo Filho, 2001, um projeto elétrico é formado por um conjunto de ações que consistem em transferir energia desde uma fonte, até os pontos e utilização. No entanto, para que o tudo ocorra da melhor forma possível se faz necessário que um projeto seja elaborado.
Para um projeto ser considerado bom, ele deve rever as seguintes situações que podem vir a ocorrer na etapa de funcionamento do sistema, segurança, funcionalidade, capacidade de reserva, flexibilidade, melhor acessibilidade possível e uma boa condição de fornecimento de eletricidade para o sistema.

2.1.1        Critérios para elaboração do projeto de instalações elétricas

Para (Filho, 2001), um projetista deve observar ao menos três critérios, que são: Acessibilidade, flexibilidade e reserva de carga e confiabilidade, outro conceito é o de (Filho, 2002), diz que na fase de elaboração o projetista requer de muita experiência profissional e deve conhecer.
Inicialmente o projetista elétrico recebe uma lista dos equipamentos que serão utilizados na embarcação, montando uma planilha de cargas para dimensionar a geração de energia, assim como os principais equipamentos tais como painéis, transformadores, proteções e confirmar a demanda de carga estimada para dimensionar os geradores.

2.1.2        Análise de Carga

Segundo (Navarro,2015), para realizar as análises de cargas e posteriormente o dimensionamento dos sistemas elétricos, as cargas são separadas em normais, essenciais e essenciais críticas. Após as cargas serem separadas, deve-se dividi-las de acordo com a sua funcionalidade e seu grau de importância na embarcação, estes grupos serão primeiros 2 grupos os de corrente continua e os de corrente alternada.
Para o balanço elétrico serão divididas cinco situações que são: situações normais em que a embarcação poderá estar operando, são elas no mar navegando apenas com os sistemas essenciais em funcionamento, navegando com condições normais da geração principal, manobrando, efetuando operações em offshore, no porto fundeado. Onde cada situação apresenta os seus respectivos equipamentos que estarão em funcionamento em cada situação.
Em relação aos fatores de simultaneidade deve-se analisar as condições de operação a que a embarcação estará sendo submetida, já para equipamentos de emergência a análise é realizada em condições normais de operação, sendo o dimensionamento realizado em um único grupo, realizando as 11 manobras determinadas previamente quando a geração elétrica principal da embarcação está fora de seu funcionamento. Com isto realiza-se o balanço total de energia elétrica demandada da embarcação e também utiliza-se um acréscimo de 25% de folga para que possa se ter uma folga para aquisição de equipamentos no futuro que sejam mais robustos e demandem mais energia.

2.1.3        Geradores de energia

O gerador ( figura 1) tem como principal função transformar energia mecânica em energia elétrica O sistema de geração principal será constituído de 2 grupos diesel-alternadores, mas apenas um fica em funcionamento, ou outro fica de reserva para caso ocorra uma paralisação inesperada do gerador principal, com isso deve-se realizar o cálculo de levantamento de cargas para que cada grupo atenda a demanda do empurrador nas condições previstas no balanço elétrico, com isso deve-se ter em mente que diante das condições de funcionamento a carga máxima fornecida por cada gerador não deverá ultrapassar a 90% de sua potência nominal.

Figura 1- Conjunto Moto gerador

Fonte: Cardoso, 2016.

Para descobrir se o gerador vai suprir a demanda (Navarro, 2015), nos mostra que através das manobras realizadas por relés, ele demonstra como seria a atividade normal da embarcação e também como seria a pior situação de funcionamento em que a demanda é a maior possível, onde ocorre o maior gasto de energia possível.

2.1.4        Sistemas carga de corrente alternada

O sistema de carga de corrente alternada é a mesma carga encontrada em nossas casas muito utilizada em aparelhos residenciais, tendo como principal característica duas fases e não dois polos, um positivo e outro negativo. Por isso, seu sentido alterna, e seus pólos são chamados de fases, porque cada um deles assume as duas condições (ocorre quando a tensão for 220V, pois há a presença de 2 fases). Outra característica é a sua alta tensão, que  podemos usar para transmitir com velocidade a corrente elétrica sem perder grande energia.
Na embarcação estudada foram apresentados os seguintes equipamentos: (Bomba. de incêndio e serviço, bomba de esgoto e lastro, unidade Hidrófora Água Doce, bomba Transferência óleo diesel, unidade hidráulica dos guinchos, unidade de tratamento sanitário, compressor auxiliar, máquina do leme, bomba de borra, esmeril, ventilador/exaustor, cafeteira elétrica, equipamentos de iluminação, PL1- iluminação geral, PL2- iluminação de serviço, retificador carregador de baterias, tomadas de força, equipamentos copa, cozinha e lavanderia, geladeira, forno micro-ondas, bebedouro, freezer, ar condicionado.

2.1.5        Sistemas carga de corrente continua

O sistema de carga de corrente continua é aquela que possui os dois polos, um positivo e outro negativo. Como possui polos definidos, o sentido dos elétrons se torna definido também, ou seja, partindo do polo positivo para o negativo por convenção, já que na realidade ocorre o contrário. São encontradas principalmente em pilhas e baterias, geralmente em tensões baixas.
A corrente continua não é usada em transmissões de alta tensão e de grande distância porque como possui um sentido único, exigiria muita força pra "empurrar" os elétrons, isso ocasionaria grandes perdas de energia. No empurrador são utilizadas os seguintes equipamentos: Luzes de navegação, radar de navegação, sistema de alarme de incêndio, alarme Geral, limpador de para brisas, apito elétrico, iluminação da agulha magnética, GPS, eco-sonda, tomadas de 24VCC, sistema de alarme de falhas, iluminação interna QEP, luzes de emergência, alimentação do Dimmer do PCE, indicador de ângulo dos lemes.

2.2         Dimensionamento do sistema

Nesta seção, serão analisados os dez grupos mencionados anteriormente em uma tabela, a qual irá fornecer a potência total consumida na pior situação de cada grupo. Após a análise de cada grupo separadamente para de fato levantar a potência necessária para os geradores será mostrado à tabela final total e é baseado nela que vamos conseguir visualizar a pior situação de navegação da embarcação, a qual se necessita a maior quantidade de energia fornecida pelos geradores, e assim poder dimensionar de forma coerente os equipamentos de geração. Esses valores foram tirados de uma análise previa separada de cada grupo onde constavam os equipamentos relacionados, a quantidade de equipamentos instalados na embarcação, a potência nominal de cada equipamento (é importante ressaltar que todos os valores de potência imputados nas tabelas a seguir estão em kW), fator de carga (varia de acordo com o equipamento), a potência absorvida pelo equipamento, o número de unidades em serviços e o fator de simultaneidade das cargas para cada situação de navegação. Para o caso das cargas essenciais críticas, como são equipamentos que não possuem intermitência, ou seja, eles ficam sempre ligados a rede de energia e não possui situações especificas para estarem energizados ou não, só possuem uma situação e consequentemente é necessário de estudar a mais severa. Logo, o dimensionamento é feito direto de acordo com a corrente demandada e o número de horas que é necessário para manter este tipo de equipamento em funcionamento.

3           MATERIAL E MÉTODOS

Neste capitulo será apresentada uma descrição detalhada de cada sistema estudado e como foram realizados os cálculos de dimensionamento do sistema de geração de energia da embarcação. Os dados obtidos foram desenvolvidos através de estudos da embarcação através de projetos e estudos realizados anteriormente em sistemas semelhantes.
Para o dimensionamento serão realizados os cálculos de dimensionamento da potência nominal, rendimento, fator de carga, potência real, realizar o somatório das cargas em cada situação e o fator de simultaneidade.

3.1         Fator de carga (FC)

Segundo  (ANEEL, 2010), o fator de carga é definido como sendo a razão entre a demanda média e a demanda máxima da unidade consumidora ocorridas no mesmo intervalo de tempo especificado. Também se pode afirmar, que o fator de carga é a razão entre a energia ativa consumida e a energia máxima que poderia ser utilizada em um dado intervalo de tempo.

FC = Demanda média
           Demanda máxima

Ou também,
FC = Consumo de energia Ativa ( Kwh )
            Demanda máxima ( Kw) x Nª de horas

3.2         fator de simultaneidade (FS)

Em qualquer instalação, os equipamentos que são instalados não funcionam todos ao mesmo tempo. Por isso devemos calcular o fator de simultaneidade da demanda máxima provocada por um grupo de aparelhos ligados ao mesmo tempo. O fator de simultaneidade é um dado que deve-se ter muito cuidado, pois seu uso errado pode levar ao projetista a realizar um sistema subdimensionado.
Para ( FILHO, 2002), este fator é utilizado com a realização das somas das demandas individuais dos aparelhos, para um dado intervalo de tempo, com isto é encontrado um valor das demandas máximas de alguns aparelhos do grupo de cargas aplicado. Se estes cálculos não forem realizados com o rigor necessário, o sistema é passível de um subdimensiona-mento do circuito e equipamentos.

3.3         Potencia de saída(ps)

A potencia de saída ou demanda de carga é calculada utilizando a razão da potência nominal de cada aparelho pelo rendimento, multiplicado pelo fator de carga que será a potência que chega ao aparelho.

D = P ( W )
      η * Fp


P= Potência em Watts
Fp = cosϕ = Fator de potência
η = Rendimento
D = Demanda de carga

3.4         RENDIMENTO

O rendimento energético de uma máquina é a relação entre a quantidade de energia útil e a energia fornecida. Se uma máquina apresenta um elevado rendimento, isso significa que desperdiça pouca energia, enquanto uma máquina com um baixo rendimento desperdiça grande parte da energia. Sempre que é realizada a compra de uma máquina deve-se ter em conta o seu rendimento, consultando a etiqueta de Eficiência Energética.

3.5         Dimensionamento dos geradores

Para realizar o dimensionamento dos geradores utiliza-se a somatória da potência, onde a utilização de equipamentos é feita em um ponto máximo de demanda de carga pela embarcação, este ponto máximo de  utilização de energia se dá quando a embarcação no mar e com seus equipamentos funcionando em trabalho normal, onde este é o momento de maior demanda de carga necessária para o pleno funcionamento dos componentes elétricos do sistema.

4           RESULTADOS E DISCUSSÃO

Neste capitulo serão mostrados os resultados da análise de carga e o sistema de geração dimensionado, com as tabelas de análise de cargas e os cálculos das potências necessárias para os cálculos de potências que serão utilizadas para o dimensionamento do sistema, pois para a realização dos cálculos de dimensionamento dos geradores, é realizado um levantamento das cargas dos equipamentos que fazem parte dos sistemas de corrente continua e corrente alternada.

4.1         sistema de corrente alternada 

A geração de energia deverá ser trifásica, 3 condutores, 220 VCA, 60 Hz, com neutro isolado. O sistema de alimentação deverá ser de 220 VCA, trifásico, 2 e 3 condutores, 60 Hz, para linhas de potência, iluminação, controle e rádios. Para se realizar a análise de carga de corrente alternada o sistema será subdividido em 5 subsistemas que serão expostos em formas de tabelas para facilitar o entendimento das análises de carga realizadas
Na tabela 1, é feira análise de carga dos equipamentos de corrente alternada da praça de máquinas, onde esta análise é realizada em 4 situações distintas. Na tabela 2 será realizada a análise de carga nos ventiladores e exaustores da praça de máquinas e da cozinha. Na tabela 3 a análise de carga será realizada nos equipamentos de iluminação, composta pela iluminação geral, de serviço e tomadas de força. Na tabela 4 e tabela 5 serão realizadas as análises de carga nos equipamentos de copa, cozinha, lavanderia e ar condicionados. Para finalizar as análises foi realizado o somatório dos resultados de cada subsistema para realizar o dimensionamento dos geradores, utilizando o maior ponto onde a carga de utilização dos equipamentos é máxima, e utilizando uma folga de carga de 10%, pois, alguns equipamentos podem ser trocados por outros com maior carga no futuro.

Tabela 1 - Analise de Carga das máquinas

Fonte: Autoria Própria, 2016.

Tabela 2 - Analise de Carga Ventiladores e Exaustores

Fonte: Autoria Própria, 2016
           
Tabela 3 - Analise de Carga Equipamentos de Iluminação

Fonte: Autoria Própria, 2016.
             
Tabela 4 - Analise de Carga dos Equipamentos Copa, Cozinha e Lavanderia

Fonte: Autoria Própria, 2016.

Tabela 5 - Analise de Carga Ar condicionado

Fonte: Autoria Própria, 2016.

Tabela 6 - Somatório das Cargas de Corrente Alternada
Fonte: Autoria Própria, 2016.

4.2         sistema de carga de corrente continua

A geração deverá ser em 24 VCA provida através de um retificador. Este sistema alimentará os consumidores normais de 24 VCC como rádios, alarmes, equipamentos de navegação, luzes de navegação e sinalização, equipamentos de comunicação, etc. Bem como, A partida dos motores principais e auxiliares. Os cálculos para a análise de carga de corrente continua na embarcação, são visualizados na figura 7 e figura 8, que nos mostram os resultados da análise de carga dos equipamentos de comunicação, dos equipamentos de navegação, e a carga necessária para a partida dos motores que foram retiradas do data sheet dos motores.
Tabela 7 - Análise de Carga de Sistemas de Corrente continua.

Fonte: Autoria Própria, 2016.

Tabela 8 - Análise de Carga de Corrente dos equipamentos de comunicação.

Fonte: Autoria Própria, 2016.

5           CONCLUSÃO

            Neste trabalho foi realizada uma tentativa de facilitar a obtenção de caminhos para a realização de cálculos de geração de energia, para uma embarcação de médio e pequeno porte, sendo realizados os cálculos da cargas de corrente continua e os cálculos de cargas de corrente alternada que é a corrente gerada pelo gerador, necessitando de o uso de um retificador para a modificação para corrente continua.
            O projeto de dimensionamento de um sistema de geração de energia para a embarcação apresentou o resultado esperado no seu funcionamento, com isso pode-se concluir que os cálculos realizados estão de acordo com a necessidade de geração de energia para o pleno funcionamento dos componentes elétricos do sistema.
            Como resultados da realização dos cálculos de projetos foram realizadas de acordo com as literaturas pesquisadas. A implantação deste projeto de dimensionamento, a embarcação obterá resultados de aspecto positivo no médio e longo prazo, pois estas ideias impactarão diretamente nos  custos de operação, além de transmitir aos clientes, credibilidade, confiabilidade e segurança ao serviço prestado.

REFERÊNCIAS

ANEEL, Agência Nacional De Energia Elétrica. RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 414, DE 09.09.2010. Disponível  em: http://www.aneel.gov.br/documents/656877/14486448/bren 2010414.pdf/3bd33297-26f9-4ddf-94c3-f01d76d6f14a?version=1.0. Acesso em 28 de Mar. de 2016.

CARDOSO, Marcelo Lima. Proposta De Elaboração De Um Estudo De Confiabilidade Do Sistema De Óleo Combustível De Uma Empurrador Fluvial De 1200 Hp. Monografia (para a obtenção do Grau de Especialista em Engenharia de Manutenção Industrial). Instituto de Estudos Superiores da Amazônia, Belém, 2016.

COTRIM, Ademaro A. M. B. Instalações elétricas. São Paulo: Prentice Hall, 2003.


FILHO, João Mamede. Instalações Elétrica Industriais. 6. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.


FILHO, Domingos Leite Lima. Projetos de instalações elétricas prediais. 6. Ed. São Paulo: Erica, 2001.


NAVARRO, Leonardo Cordiviola. Sistema De Geração E Distribuição De Energia Elétrica Em Uma Embarcação De Suporte As Plataformas De Perfuração. 2015. 83fls. Monografia ( Trabalho para obtenção de grau em Engenharia Elétrica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2015.


SILVA, Junior. Diferenças Entre Corrente Alternada e Corrente Contínua. Disponível em: <http://www.eletricante.com.br/2012/07/diferencas-entre-corrente-alternada-e-corrente-continua.html>. Acesso em: 10 jul. 2016.
  
ANEXO A – Folha de análise do diagrama elétrico de força desenho 1


ANEXO B – Folha de análise do diagrama elétrico de força desenho 2


ANEXO C – Folha de análise do diagrama elétrico de força desenho 3


ANEXO D – Folha de análise do diagrama elétrico de força desenho 4


ANEXO E – Folha de análise do diagrama elétrico de força desenho 5


ANEXO F – Legenda e símbolos do diagrama de análise de força


ANEXO G – Data sheet do sistema elétrico dos MCP’s

sábado, 15 de outubro de 2016

Engenharia ou tecnólogo

O que fazer engenharia ou tecnólogo?
Está é uma pergunta que muitos jovens fazem antes de iniciar um curso superior, mas cada um tem as suas peculiaridades e a escolha deve ser realizada s acordo com os anseios que cada pessoa espera de um curso superior. 
No caso de um tecnólogo a conclusão do curso se da normalmente em 30 meses, é um curso de médio prazo, com uma formação mais rápida que uma graduação convencional que dura cerca de 48 meses. Outra vantagem, é no camo acadêmico, pois este tipo de formação proporciona a possibilidade de cursar mestrado sem a necessidade de passar 5 anos estudando engenharia, sendo um caminho mais curto para a inserção acadêmica. Se você procura um curso de formação específica mais rápido que a graduação convencional o Tecnólogo é o melhor caminho, no entanto, o Crea ainda apresenta uma quantidade muito grande de restrições em relacao a estes profissionais.
Para quem procura uma capacitação mais ampla o melhor caminho é a engenharia, por que apresenta uma formação ampla englobando uma quantidade de conhecimentos muito vasta, além de proporcionar um leque maior de oportunidades profissionais, comparado com o tecnólogo, mas, para quem deseja seguir a carreira acadêmica o caminho é mais longo, cerca de 60 meses. Para quem ainda não tem certeza da área do curso de engenharia que deseja seguir, o curso de engenharia é a melhor opção. 

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Navio cancela ondas para permanecer estável

Fonte: Inovação Tecnológica - 13/09/2013


O balanço dos navios pode ser bem mais do que um inconveniente causador de enjoo em turistas. O problema é bem maior quando o navio é uma oficina flutuante que precisa prestar serviços em plataformas de petróleo ou outras estruturas marítimas submersas. Nesses casos, a embarcação precisa ficar estável ou ter seu movimento precisamente sincronizado com o deslocamento da estrutura que está sendo consertada ou atendida.

A solução acaba de ser criada por um consórcio da Hoppe Marine (Alemanha) e Marintek (Noruega), que batizaram a inovação de "navio-hotel".

O navio-hotel possui um sistema que "cancela" as ondas do mar, anulando seu impacto de forma a permanecer perfeitamente estável. Isto é feito por meio de tanques integrados na parte inferior e nas laterais do casco - chamados tanques U, por causa do seu formato.

"Os tanques ficam cheios de água que é posta em movimento em fase oposta à força das ondas que batem no casco," explica o engenheiro Sverre Anders Alterskjaer.



O movimento da água é controlado por um complicado sistema de encanamentos e válvulas, ajustados por computador seguindo informações coletadas por sensores que monitoram o "rolamento" do navio.

Propulsores azimutais

Além do desenho especial do casco, o navio é equipado com seis propulsores azimutais - unidades de propulsão com controle direcional usadas para manter o navio na mesma posição.

Os propulsores contrabalançam automaticamente as forças externas das ondas, das correntes marítimas e do vento, e também podem ser utilizados para impulsionar o navio em modo normal.

No modo hotel, a direção e a velocidade de cada hélice são determinadas por um sistema de controle alimentado continuamente por leituras de posição por sinais GPS e pela rede de sensores locais, os mesmos que monitoram as ondas para controlar os tanques U.


"Este conceito oferece uma alternativa para as plataformas semi-submersíveis utilizadas hoje. O objetivo é criar um hotel com maior mobilidade, que poderá ser alugado para empresas petrolíferas que operam em várias partes do mundo," disse Alterskjaer.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Mercado pede engenheiros com melhor formação

Fonte: Valor Econômico - 17/05/2013
A previsão de que o setor de construção civil poderá ter um apagão de engenheiros, caso seja confirmada, não acontecerá por falta de mão de obra qualificada, mas pelas novas exigências que o mercado está impondo aos profissionais para acelerar a industrialização do setor. "Não existe escassez de talentos", diz a presidente da consultoria de busca de executivos Dasein, Adriana Prates.
De acordo com ela, todas as áreas de engenharia permanecem em alta, mas o mercado está mais exigente e elevou seus critérios de seleção. "Apenas o diploma não é mais garantia de emprego. É preciso mais", afirma.
 
Os números do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) mostram que a procura por cursos de graduação em engenharia cresceu 44% entre 2009 e 2011. Em seis das 40 especialidades em engenharia - civil, produção, mecânica, elétrica, ambiental e petróleo -, a procura cresceu 68% no mesmo período, concentrando 72% do total de alunos de engenharia em 2011. A civil foi a que mais teve alunos matriculados em todos os anos e a que mais aumentou o número de estudantes. Foram 68.654 vagas a mais em 2011 em relação a 2009. Mas a evasão é uma preocupação. Enquanto a área de engenharia, produção e construção representou 11,3% de todos os alunos matriculados em todos os cursos de ensino superior em 2011, os concluintes dessa mesma área representaram apenas 6,4% do total.
 
O número de concluintes do ensino superior geral, no entanto, registrou um aumento de 4,4% em 2011 em relação a 2010 segundo o Censo. Na Universidade Federal de Pernambuco (UF-PE), a evasão vem diminuindo. O professor Bernard Bulhões Genevois, coordenador das engenharias do Centro de Tecnologia e Geociências (CTG), afirma que houve aumento de interesse e melhora no nível dos alunos. "Alunos que iam para os cursos de administração e medicina, por exemplo, agora estão vindo para engenharia", diz Bernard.
 
Em 2008, a universidade formou a metade dos 120 alunos que entraram para o curso de engenharia civil cinco anos antes. Este ano, a previsão é de formar 90 dos 120. "Ainda não é o mundo perfeito, mas estamos avançando". Para ele, o que motiva a evasão não é apenas a falta de preparo do estudante para lidar com números, mas também as dificuldades a universidade impõe ao aluno, como carga horária elevadas.
 
Se por um lado a promessa de haver mais graduados em engenharia civil no Brasil nos próximos anos parece factível, por outro a busca pelo profissional com melhor preparo continua difícil. "Ao mesmo tempo em que a demanda cresceu 25% em três anos aqui dentro, o tempo médio de busca do profissional na área de engenharia passou de 35 para 45 dias", diz Frederio Moraes, especialista do mercado de construção civil da consultoria em recrutamento ASAP.
 
Essa média também subiu na consultoria em recrutamento Hays, que em 2010 era de 80 a 90 dias e neste ano pulou para 100 a 120 dias. "A única explicação para essa demora são os critérios dos empregadores que também se ampliaram", diz Caroline Cadorin, gerente da Hays em Campinas (SP). Helena Camila Magalhães, diretora da consultoria Fesa, do Rio, diz que "quando a gente procura uma pessoa com 20 anos de experiência, ainda existe uma grande dificuldade".
 
Na opinião de Felipe Calbucci, gerente de propriedade e construção da consultoria em recrutamento Michael Page, empresas que têm dezenas ou centenas de canteiros de obras pelo país não têm engenheiros que acompanhem uma edificação do começo ao fim. "Que é exatamente o que o mercado exige para cargos de gestão, alguém com visão de produção, planejamento, orçamento, de custos, de segurança de trabalho e meio ambiente", diz Calbucci. Ele acredita que essa dificuldade de encontrar engenheiros civis deve perdurar ainda por 10 anos. Afinal, são cinco anos de faculdade para se formar e as obras de edifícios residenciais ou corporativo levam pelo menos 18 meses, dependendo da complexidade. "Quem está entrando na faculdade hoje só vai ficar pronto e bem treinado em nove anos".
 
Por Luiz de França/ Valor Econômico

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Saneamento básico e energia elétrica são essenciais para as megacidades

As megacidades têm desafios tão grandes quanto seu tamanho e complexidade. Três deles são especialmente complexos e precisam ser endereçados o quanto antes pelas grandes cidades brasileiras, sob pena de queda no bem-estar da população e aumento dos custos de vida das pessoas e de operação das empresas: água, esgoto e energia elétrica.

A constatação foi feita por especialistas brasileiros e alemães no 31º Encontro Econômico Brasil-Alemanha, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a congênere alemã BDI e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo (SP), de hoje até terça-feira (14).

"Captação, tratamento e distribuição de água e coleta e tratamento de esgoto em grandes cidades são o desafio das empresas do setor. É um desafio tecnológico e de gestão", explicou Dilma Pena, presidente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). A sustentabilidade das cidades, em termos de abastecimento de água e energia elétrica, de mobilidade urbana, segurança pública, bem-estar social e econômico é cada vez maior, tendo em vista que 80% do PIB brasileiro é gerado nas cidades, que ocupam 2% do território nacional.

As empresas brasileiras do setor de saneamento básico precisam, sobretudo, atuar com tecnologia e ter gestão moderna, defendeu Dilma Pena. Esses são, de acordo com ela, os principais obstáculos enfrentados pela maioria das 26 empresas estaduais de saneamento. "De dez a 12 operam em um nível médio de eficiência. As demais não têm capacidade de investimento, plano de negócios estruturado e metas de universalização", disse.

A presidente da Sabesp ainda recomendou: "É necessário proporcionar condições a essas empresas que operam em todo o país, em todas as grandes cidades brasileiras, a implementar tecnologia em todos os processos, a ter automação e a melhorar a gestão."

GESTÃO -
Dieter Ernst, membro do conselho da German Water PArtnership, concordou com o ponto de vista de que existe um grave problema de gestão. "Não acontece só no Brasil. É no mundo todo. Em Hamburgo, um projeto inovador de tratamento de água está há mais de um ano atrasado por um problema de gestão das administrações municipais. A tecnologia existe e o recurso financeiro também. Só não evolui por um problema de gestão", afirmou.

Outro problema notado pelos especialistas, tanto no caso da água quanto no da energia, é o desperdício. Paulo Stark, presidente da Siemens do Brasil, citou que uma média de 36% da água tratada nas diversas cidades se perde na distribuição e em vazamentos não-detectados. "Na energia elétrica, há um desperdício de cerca de 10% na transmissão e distribuição e, em algumas cidades, de 30% a 40% nas perdas não-técnicas", disse, referindo-se ao popular "gato" elétrico.

A defesa de todos é a melhoria do sistema, o combate à fraude e, principalmente, a conscientização da população e do empresariado. "Muitas vezes as empresas não têm um programa de eficiência energética e não cobram do funcionário a economia. É preciso evitar esse desperdício", afirmou Paulo Stark.

A Sabesp, segundo Dilma Pena, conquistou uma redução de 14% no desperdício per capita de água nos últimos dez anos por meio de uma campanha de conscientização feita na mídia. "Um excelente resultado", ponderou Dilma.

Rio cria grupo para viabilizar fábrica de carros elétricos

Fonte: Automotive Business - 15/05/2013
Se depender dos esforços do governo do Rio de Janeiro, a japonesa Nissan também irá produzir no Estado o elétrico Leaf, que já roda como táxi no País. Seria um investimento adicional de R$ 400 milhões na planta de Resende (RJ), onde já está confirmada a produção dos modelos March e Versa a partir do primeiro semestre de 2014. A fábrica fluminense está em construção desde 2011, recebe aportes de R$ 2,6 bilhões e terá capacidade inicial 200 mil veículos/ano.
No dia 16 de abril, o governo do Rio publicou no Diário Oficial um decreto para oficializar a criação do GT Veículos Elétricos, um grupo de trabalho que estuda desde maio a infraestrutura necessária e a localização ideal para a implantação de uma fábrica de veículos elétricos no Estado. Coordenado pelo Programa Rio Capital da Energia, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedeis), o grupo conta com representantes de várias secretarias estaduais, das empresas Nissan, Petrobras, Light, Ampla e da Agência de Promoção de Investimentos do Rio de Janeiro (Rio Negócios). 
 
Maria Paula Martins, coordenadora do Programa Rio Capital da Energia, explica que a partir dos estudos do grupo é que seria viabilizada uma planta de elétricos da Nissan, pioneira nesse tipo de veículo no mundo. “O Estado não teria participação nessa fábrica. O investimento é privado”, adianta. Mas incentivos do governo estadual poderão ser concedidos, como já vem acontecendo com outras montadoras, que têm parte do ICMS financiado durante fase de investimento, por exemplo. 
 
De acordo com informações da Agência Brasil, a Nissan já confirmou um investimento de cerca de R$ 400 milhões para a nova fábrica durante o lançamento do programa de táxis elétricos na cidade do Rio, no início de março, que colocará numa primeira fase dois Leaf e, até o fim do ano, mais 13 em circulação na capital fluminense. 
 
Procurada por Automotive Business, a assessoria de imprensa da Nissan diz que ainda não tem nada a declarar sobre o assunto, mas que em junho algumas novidades serão anunciadas, dando a entender que a fábrica pode sim sair do papel e dos diálogos do grupo GT Veículos Elétricos.
 
Por Camila Franco/ Automotive Business

IBGE: SP lidera recuperação da indústria no País

Por Jacqueline Farid
A estrutura diversificada da indústria paulista está possibilitando uma aceleração da expansão da produção do setor em São Paulo, segundo observou o economista da coordenação de indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), André Macedo. Ele destacou que a região, impulsionada sobretudo pelo aquecimento do mercado doméstico, está liderando a recuperação industrial no País.Macedo exemplificou que as atividades que estão puxando o crescimento industrial em nível nacional, como bens de consumo e máquinas e equipamentos, têm forte peso na indústria paulista, que registrou expansão da produção de 2,2% em fevereiro ante janeiro, acima da média nacional de 1,5% no mesmo período. Além disso, de acordo com ele, como a indústria em São Paulo é muito diversificada, o espalhamento do crescimento da produção industrial que vem ocorrendo nos últimos meses no País beneficia os resultados na região.
O economista explicou também que o crescimento da indústria em nível nacional foi assegurado em fevereiro ante janeiro, apesar da queda na produção em sete das 14 regiões nessa base de comparação, porque os Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, que representam 60% da produção nacional, registraram crescimento no período.
Macedo destacou o forte aumento na produção apurado em todas as 14 regiões pesquisadas em fevereiro, comparativamente a igual mês do ano passado, e vincula as expansões "a uma ampliação de ritmo do crescimento produtivo, conjugado a uma base de comparação muito baixa de 2009".

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Coreanos criam câmera que fotografa barulho

Fonte: Inovação Tecnológica - 09/05/2013
Engenheiros coreanos criaram uma câmera de som, uma câmera capaz de gerar imagens em cores dos sons emitidos por uma fonte qualquer. A câmera sonora sobrepõe contornos, similares aos gerados por câmeras termais, sobre uma imagem do carro, ou qualquer outro equipamento, mostrando a origem dos diversos ruídos.
Segundo Seok-Hyung Bae e Young-Key, do instituto Kaist, esta é a primeira câmera de som portátil do mundo. Ela poderá ser usada para detectar barulhos vindos de qualquer tipo de veículo, equipamentos industriais, aparelhos domésticos etc.
 
Câmera de som portátil
 
A câmera de som é leve e pequena o suficiente para ser usada nos mais diversos ambientes - ela pesa 1,78 kg e mede 39 x 38 centímetros. A câmera em formato pentagonal tem cinco conjuntos espirais com 30 microfones digitais de alta sensibilidade, capazes de detectar fontes de ruído transientes e estacionários.
 
Um hardware dedicado, baseado na tecnologia FPGA, analisa as ondas sonoras dos diversos microfones, reconstruindo o caminho das ondas até sua origem. Uma câmera digital comum é instalada no centro da câmera de som, para que a imagem final possa ser uma sobreposição da imagem dos sons sobre a imagem real do aparelho que está sendo examinado, permitindo a identificação precisa da origem de cada ruído.
 
"Ruídos anormais provenientes de equipamentos industriais têm frequências relativamente elevadas. Nosso aparelho tem uma faixa de medição de frequências altas entre 350 Hz e 12 kHz, o que permitiu reduzir seu tamanho e peso em 60% e 70%," disse o Professor Bae.
 
Com a ajuda do instituto onde trabalham, os pesquisadores criaram uma empresa, a SM Instruments, para comercializar a nova câmera de som portátil.
 

domingo, 12 de maio de 2013

Manutenção preditiva

Em meio a alguns passeios por entre os mais variados sites e videos encontrei um canal dentro de um site de videos que retrata de uma forma bem prática as formas de manutenção preditiva que poderá ajudar de uma forma muito interessante no entendimento deste tipo de manutenção que é a forma mais economina de manutenção entre as 3 principais: manutenção corretiva, preventiva e preditiva.
Neste tipo e manutenção a prioridade é conseguir prever até quando certo componente suporta o funcionamento antes da quebra, pois o tempo de troca de certo componente pode variar junto ao tipo de de trabalho realizado e de sua severidade de utilização, que é muito bem retratado no Canal papos de preditiva.

UTILIZAÇÃO DO ENSAIO DE EMISSÃO ACUSTICA NA INDÚSTRIA



Este trabalho didático entregue no curso de pós graduação em engenharia de manutenção industrial, consiste na descrição do ensaio de emissão acústica, bem como a sua utilização na indústria com algumas demonstrações praticas do ensaio. Demostrando alguns métodos de detecção de descontinuidades como trincas e outras falhas estruturais do equipamento testado. Pode ser visto em: