Fonte: CIMM com informações TecMundo e PhysOrg
As nanofibras transformadas em nanofios, ao contrário dos nanotubos de
carbono — considerados os mais resistentes do mundo até então —, podem
ser produzidas em larga escala e em tamanho variável, passando dos
quilômetros em um único fio. Já as estruturas de carbono, apesar de
rígidas, não podiam ser utilizadas em estruturas maiores que poucos
centímetros.
Segundo Brambilla, atualmente eles são os pioneiros na potencialização
da resistência dessas nanofibras. "Normalmente, para você aumentar a
força de uma fibra, você tem que aumentar o seu diâmetro e, portanto, o
seu peso. Mas em nossa pesquisa quando você diminue o tamanho das
nanofibras de sílica, aumenta sua força e mantém a leveza", comenta.
Os pesquisadores acreditam que as nanofibras de sílica poderão ser
utilizadas, principalmente, pelas indústrias naval, aeronáutica e de
equipamentos de segurança para construção de cascos e estruras de
barcos, aviões e outros.
O produto, que está sendo estudado no Reino Unido há cinco anos, chamou
a atenção de inúmeras empresas do mundo inteiro. O total de
investimento na pesquisa foi de 500 mil libras esterlinas, o que
corresponde a mais de R$ 1,5 milhão.
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